- .
- Sou Sonia Novaes,Artista Plástica. Gosto de fotografar a natureza,os pássaros,o cotidiano. Gosto de poesias,escrevo alguns contos das viagens que faço e adoro culinária. Adoro fazer novas amizades e tenho muito carinho,por todos que conheço. Trabalho com artesanatos,cerâmica,patch sem agulha e tear manual. Confecciono colares e brincos de fuxicos. Certas palavras podem dizer muitas coisas; Certos olhares podem valer mais do que mil palavras; Certos momentos nos fazem esquecer que existe um mundo lá fora; Certos gestos,parecem sinais guiando-nos pelo caminho; Certos toques parecem estremecer todo nosso coração; Certos detalhes nos dão certeza de que existem pessoas especiais, Assim como você que deixarão belas lembranças para todo o sempre: Vinicius de Moraes
quinta-feira, setembro 08, 2011
Os tecidos da loja da Fabíula
Marrecos e Irerês
Lá vão eles para o mangue
Olhem só o que vi hoje
terça-feira, setembro 06, 2011
Os patos selvagens
Olha só...o que eu atraio....rsss
Passeio pelos Blogs
BOLO ENGORDA MARIDO.
Mousse de morango
Pão divino...
Uma flor diferente
Crescente Ochna serrulata
Ochna serrulata cresce muito bem em frost-free áreas, mas ele pode suportar geadas leves. Goza de pleno sol, mas também faz bem em meia-sombra, onde é uma planta natural sub-bosque. Este arbusto bonita faz melhor quando dada solo do jardim boa com bastante composto e mulch e regada regularmente, mas pode tolerar períodos ocasionais de seca. É de crescimento lento até estabelecida. É melhor podar levemente após a frutificação para estimular novos brotos e mantê-lo compacto e bem torneadas.
Ochna serrulata é um performer campeão, ea textura das folhas ea casca torna este arbusto uma planta de jardim excelente, mesmo quando não está em flor ou fruto. Ele pode ser usado como um hedge formal ou informal, por causa de sua resistência ao vento e tolerância de clipping. Também pode ser usado como uma fábrica de recurso ou na fronteira mista. Parece bom e faz bem em crescimento entre rochas. Ochna serrulata faz bem como uma planta recipiente e tem um grande potencial como uma planta bonsai. Ela pode ser complementada por outras plantas de diferentes texturas, como Oldenburgia grandis, petiolare Helichrysum, plumosa Stoebe, africana Eriocephalus e cicadáceas. Este também é excelente e planta a crescer se você quiser atrair pássaros a seu jardim.
Propagação Ochna serrulata é propagado por sementes e estacas. Semente deve ser muito fresco, não mantê-la em tudo, nem mesmo na geladeira. Escolha os frutos maduros negros, limpá-las e plantá-las de imediato para obter melhores resultados. Germinação deve ocorrer dentro de 6 semanas. É um desafio para vencer as aves para os frutos, e muitas vezes os únicos deixados por eles são inférteis e as sementes podem ser parasitados.
Semi-estacas de madeira podem ser tomados no verão (dezembro-fevereiro). Cortes devem ser tratados com um hormônio de enraizamento e definido na unidade neblina com o calor de fundo de aprox. 24 º C. Eles levam 4-6 semanas para desenvolver raízes depois que eles podem ser retirados da unidade de névoa e endureceu fora por duas semanas e, em seguida, envasadas up. Um fungicida pode ser aplicado em ambas as sementes e as mudas, mas Ochna serrulata não é altamente suscetível à infecção fúngica. Outra maneira de obter novas plantas é buscar, remover e pot-se as mudas e plantas jovens que surgem em lugares estranhos a partir de sementes dispersas por pássaros.
segunda-feira, setembro 05, 2011
quinta-feira, setembro 01, 2011
Lembrando Monet
Nome Científico: Nymphaea sp
Família: Nymphaeaceae
Características Morfológicas: Macrófita (diga-se, nome dado aos vegetais que habitam de brejos até ambientes totalmente submersos) aquática, ela é enraizada com folhas flutuando na superfície da água.
Origem: Ásia, Europa e África.
Flor-símbolo do Jardim Botânico de São Paulo, que abriga em seu principal lago (e que leva o seu nome) vários indivíduos nas cores amarela, roxa e rosa, essa planta aquática indiscutivelmente agrega beleza a todos os lugares onde floresce.
Mas hoje sabe-se que também possui importante papel de intercâmbio entre o ambiente aquático e o terrestre adjacente (como a elevada produtividade na ciclagem de nutrientes).
As macrófitas costumam liberar nutrientes através de "bombeamento" (a absorção desses elementos das partes profundas do sedimento e sua liberação posterior por excreção ou durante sua decomposição).
A Nymphaea sp, designada macrófita aquática com folhas flutuantes, tem uma característica curiosa: suas flores só se abrem completamente durante a noite. É neste período, inclusive, que abrigam anfíbios e peixes entre suas folhas, além de alimentar vários tipos de insetos.
Suas raízes atuam como local de proliferação de microorganismos importantes na alimentação desses indivíduos. Além disso, fornecem locais sombreados para abrigo de formas sensíveis às altas intensidades do Sol.
Soma-se a isso, elas têm sido utilizadas (em função de requererem altas concentrações de nutrientes) na recuperação de rios e lagos poluídos (pois suas raízes formam uma densa rede capaz de reter até as mais finas partículas em suspensão, sem falar da absorção de substâncias tóxicas provenientes do despejo industrial e doméstico).
Saiba mais:
Universidade Federal de São Carlos - http://www.ufscar.br/~probio/intro_mono_kat.html
A bela Flor de Lótus
A flor-de-lótus (Nelumbo nucifera), também conhecida como lótus-egípcio, lótus-sagrado e lótus-da-índia, é uma planta da família das ninfáceas (mesma família da vitória-régia) nativa do sudeste da Ásia (Japão, Filipinas e Índia, principalmente).
Olhada com respeito e veneração pelos povos orientais, ela é freqüentemente associada a Buda, por representar a pureza emergindo imaculada de águas lodosas. No Japão, por exemplo, esta flor é tão admirada que, quando chega a primavera, o povo costuma ir aos lagos para ver o botão se transformando em flor.
Lótus é o símbolo da expansão espiritual, do sagrado, do puro.
A lenda budista nos relata que quando Siddhartha, que mais tarde se tornaria o Buda, tocou o solo e fez seus primeiros sete passos, sete flores de lótus cresceram. Assim, cada passo do Bodhisattva é um ato de expansão espiritual. Os Budas em meditação são representados sentados sobre flores de lótus, e a expansão da visão espiritual na meditação (dhyana) está simbolizada pelas flores de lótus completamente abertas, cujos centros e pétalas suportam imagens, atributos ou mantras de vários Budas e Boddhisattvas, de acordo com sua posição relativa e relação mútua.
Do mesmo modo, os centros da consciência no corpo humano (chacras) estão representados como flores de lótus, cujas cores correspondem ao seu caráter individual, enquanto o número de suas pétalas corresponde às suas funções.
O significado original deste simbolismo pode ser visto pela semelhança seguinte: Tal como a flor do lótus cresce da escuridão do lodo para a superfície da água, abrindo sua flores somente após ter-se erguido além da superfície, ficando imaculada de ambos, terra e água, que a nutriram - do mesmo modo a mente, nascida no corpo humano, expande suas verdadeiras qualidades (pétalas) após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão e da ignorância, e transforma o poder tenebroso da profundidade no puro néctar radiante da consciência Iluminada (bidhicitta), a incomparável jóia (mani) na flor de lótus (padma). Assim, o arahant (santo) cresce além deste mundo e o ultrapassa. Apesar de suas raízes estarem na profundidade sombria deste mundo, sua cabeça está erguida na totalidade da luz. Ele é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado, da escuridão e da luz, do material e do imaterial, das limitações da individualidade e da universalidade ilimitada, do formado e do sem forma, do Samsara e do Nirvana.
Se o impulso para a luz não estivesse adormecido na semente profundamente escondida na escuridão da terra, o lótus não poderia se voltar em direção à luz. Se o impulso para uma maior consciência e conhecimento não estivesse adormecido mesmo no estado da mais profunda ignorância, nem mesmo num estado de completa inconsciência um Iluminado nunca poderia se erguer da escuridão do Samsara.
A semente da Iluminação está sempre presente no mundo, e do mesmo modo como os Budas surgiram nos ciclos passados do mundo, também os Iluminados surgem no presente ciclo e poderão surgir em futuros ciclos, enquanto houver condições adequadas para vida orgânica e consciente.
